terça-feira, 30 de março de 2010

RALI SOLAR- PROVA INTERMÉDIA: ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL, 24 DE ABRIL


Reproduzimos abaixo extractos de mail recebido:

VÍDEO OFICINA
Informamos que os vídeos da Oficina de Formação realizadas no LNEG já estão disponíveis no site do projecto: www.cienciaviva.pt/ralisolar

RELATÓRIOS (POWERPOINT)
A apresentar por todas as equipas entre 1 e 23 de Abril.
Os relatórios devem ser submetidos através do sistema, na área de utilizador.
O relatório funciona como pré-selecção para a fase seguinte (provas intermédias).

PROVAS INTERMÉDIAS
As provas intermédias vão estar distribuídas do seguinte modo:

Equipas da região norte (Aveiro, Castelo Branco, Braga, Bragança, Coimbra, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu)

Visionarium, Centro de Ciência do Europarque - Santa Maria da Feira, dia 8 de Maio. As provas decorrem entre as 10:30 e as 17:00. A organização assegura o almoço durante a prova.

Equipas dos Açores
Escola Secundária Antero de Quental, em Ponta Delgada, no dia 24 de Abril

Restantes equipas
Museu da Electricidade, Lisboa, no dia 14 de Maio

Supersol (S1), Criassol (C1 e C2)- 2º CEB e Girassol
Não há prova intermédia devido ao número reduzido de participantes.

PROVA FINAL
As equipas apuradas nas provas intermédias participam na prova final que terá lugar no Museu da Electricidade, Lisboa, no 15 de Maio. As provas decorrem entre as 10:30 e as 17:00

DORMIDAS, REFEIÇÕES, TRANSPORTE
(dias 14 e 15 Maio)

A organização assegura:

. a pernoita das equipas (1 professor e 2 ou 3 alunos), de 14 para 15 de Maio, nas instalações do Museu da Electricidade;
. as refeições durante os dias 14 e 15 de Maio.

O transporte fica a cargo das equipas.


DÚVIDAS / PROBLEMAS
Caso haja equipas com dificuldades no desenvolvimento do projecto, devem relatar essa situação numa msg para ralisolar@cienciaviva.pt

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Escolas dos Açores ainda podem inscrever-se no Rali Solar


RALI SOLAR

O concurso Rali Solar visa contribuir para o desenvolvimento da cultura científica e empreendedorismo dos jovens na área do aproveitamento da energia solar através da realização de actividades experimentais. A iniciativa surge na sequência do concurso solar Padre Himalaya, que promoveu o uso das energias renováveis em contexto escolar, com a participação de centenas de alunos e professores nas três edições do concurso.

O concurso propõe um conjunto de desafios para a apresentação de protótipos na área da energia solar que envolvam a conversão fotovoltaica, o aproveitamento térmico ou a produção de biocombustíveis.

Está prevista uma etapa regional em Ponta Delgada no próximo mês de Abril.

As equipas dos Açores ainda estão a tempo de inscrever-se, através da página: http://www.cienciaviva.pt/ralisolar/

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

RALI SOLAR (2009/2010)


Dando continuidade aos projectos realizados e apoiados na temática das Energias Renováveis, a Ciência Viva lança o concurso Rali Solar, em parceria com o Museu da Electricidade - Fundação EDP e com o apoio científico da SPES - Sociedade Portuguesa de Energia Solar e do LNEG-Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

O concurso Rali Solar visa contribuir para o desenvolvimento da cultura científica e empreendedorismo dos jovens na área do aproveitamento da energia solar através da realização de actividades experimentais. Desafiamos os alunos do ensino básico (2º e 3º ciclos), secundário e profissional a apresentar protótipos na área da energia solar que envolvam a conversão fotovoltaica, o aproveitamento térmico ou a produção de biocombustíveis. Sugere-se que as actividades do projecto sejam desenvolvidas nas disciplinas de Física-Química, Matemática, Ciências da Natureza / Biologia ou Área de Projecto.
O concurso organiza-se em três modalidades que englobam diferentes níveis de escolaridade.

MODALIDADES:

SUPERSOL
Actividade: Construção de veículos fotovoltaicos
S1 - Microcarro Solar (2º CEB)
S2 - Carrinho ou Barquinho Solar (3º CEB)
S3 - Supercarro Solar (Secundário e Profissional - nível III)

CRIASSOL

Actividade: Construção de protótipos solaresC2 - Aproveitamento solar térmico (2º CEB; 3º CEB; Secundário e Profissional - nível III)

GIRASSOL

Actividade: Produção de biocombustível como bioetanol, biodiesel, biogás ou biohidrogénio
(Secundário e Profissional - nível III)

PARTICIPAÇÂO

O projecto tem o formato de competição e tem âmbito nacional.
Cada escola poderá concorrer a várias modalidades. A participação está limitada a uma equipa por modalidade, por escola.

MATERIAL DE TRABALHO

Todas as equipas inscritas no Rali Solar receberão um kit experimental, de acordo com as modalidades e especificações que se apresentam no regulamento geral.

ETAPAS DO CONCURSO

Inscrições: Dezembro de 2009

Desenvolvimento do projecto: Dezembro de 2009 a Maio de 2010

Workshops para professores das equipas: Fevereiro de 2010

Provas eliminatórias regionais: Março e Abril de 2010

Competição final: 15 de Maio de 2010

RECURSOS

Como apoio ao desenvolvimento dos trabalhos serão disponibilizados materiais pedagógicos sobre os temas para utilização dos professores com os alunos.
Os materiais serão desenvolvidos por especialistas da SPES e LNEG.
No decurso do projecto vai ser criado um fórum de discussão online permitindo o esclarecimento de dúvidas com a equipa de apoio científico.


Inscrições e regulamentos disponíveis em http://www.cienciaviva.pt/ralisolar

Para esclarecimento de dúvidas, contacte-nos através do endereço: ralisolar@cienciaviva.pt


A Equipa Ciência Viva

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Painéis Solares ou Frigoríficos ao Contrário?

Empresa perdeu a certificação
Energie foi afastada de campanha oficial do solar, mas vai receber prémio do Governo


Por Lurdes Ferreira

O Ministério da Economia atribui hoje à Energie o galardão de "PME Excelência 2009", depois de a ter retirado da lista das empresas com acesso à campanha dos painéis solares térmicos, por a sua tecnologia não ser considerada "solar", embora continue a ser publicitada como tal.

Ao que o PÚBLICO apurou, a Energie já não faz parte da lista das empresas que acedem aos incentivos do Governo para a campanha dos painéis solares térmicos, mas continua publicitar que tem "energia solar de última geração, faça sol ou faça chuva", e a querer ser incluída na lista das empresas com equipamentos renováveis para os novos edifícios, através da qual se abrem novas oportunidades de negócio. A Agência para a Energia (Adene), que gere a certificação energética dos edifícios e à qual a Energie recorreu, acaba de dar meio sim à ideia, admitindo que a lei possa ser alterada para a empresa ser abrangida.

A Energie entrou para o grupo dos fabricantes de painéis solares térmicos aceites na campanha do Governo após a certificação emitida em Março passado por uma entidade alemã e considerada de topo na Europa, a Dincertco, de produção de equipamentos solares.

O anúncio da sua entrada na campanha do solar térmico foi feito durante uma visita de José Sócrates e do ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, à fábrica da Póvoa de Varzim, mas gerou controvérsia entre os especialistas, que acusam a empresa de publicidade enganosa. Consideram que a Energie fabrica bombas de calor, com recurso indirecto à energia solar e com forte nível de consumo de electricidade - o que não acontece com os painéis solares.

Pouco menos de um mês depois, a Dincertco, da Alemanha, retirou a classificação à empresa, tal como o PÚBLICO noticiou. A entidade certificadora portuguesa, Certif, e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia concordaram com a decisão, por entenderem também que o equipamento da Energie não é solar.

O PÚBLICO tentou saber quantos contratos a empresa realizou neste período de campanha e que acções seriam desencadeadas junto dos consumidores que adquiriram estes equipamentos julgando tratar-se de painéis solares, mas o Ministério da Economia escusou-se a prestar essa informação, tal como a própria empresa.

A empresa continua a publicitar o produto como "energia solar de última geração" captada com sol, chuva, de dia ou de noite, um argumento que os opositores rebatem dizendo que a verdadeira energia solar não funciona de noite e tem menor rendimento ou nulo com chuva. Em resposta ao PÚBLICO, a Energie alega que "o que foi cancelado foi um certificado emitido por um organismo certificador que nada tem a ver com a terminologia energia solar termodinâmica" e que esta existe em Diário da República desde 2006. Diz que na Austrália e na Nova Zelândia estes "sistemas solares são reconhecidos" e que em Portugal não o são devido a "elementos instalados em institutos públicos portugueses, com manifestos interesses no sector", que não identifica.

A Secretaria de Estado do Comércio e Defesa do Consumidor, que tutela a Direcção-Geral do Consumidor, respondeu que "vai analisar o caso", garantindo que "não recebeu qualquer queixa sobre o assunto".

Quanto ao prémio que vai receber hoje, a Energie vê-o como "reconhecimento de uma gestão com o perfil de risco adequado à actual situação económica e financeira, assente numa estratégia planeada em tempo útil e implementada com sucesso".

Fonte: Jornal Público

segunda-feira, 1 de junho de 2009